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Orgulho local

por Mercado Da Boca
29 de maio de 2018

Orgulho local ganha vida no mais novo espaço gastronômico da cidade

Todos os dias nós definimos quais marcas vão continuar e quais fecharão as portas. Isso acontece graças ao poder que nós, consumidores, temos de determinar o andamento do mercado de acordo com nossas preferências e percepções sociais. Essas diretrizes dadas as empresas possibilitam as análises de Tendência de Comportamento – contribuições para apontar novos caminhos, indicando uma oportunidade de ação e inovação a ser criada e adaptada para o fortalecimento das marcas.

Entre as tendências mais bem vistas nos últimos anos está o Orgulho Local, que é quando a marca se sintoniza com o contexto geográfico, fazendo com que as pessoas se identificam mais com a sua mensagem. É que estamos todos cada vez mais orgulhosas de nossos locais de origem e/ou morada. Seria patriotismo? Mais que isso: pode-se dizer regionalismo. É pertencimento e o sentimento de estar à vontade, em casa.

O Orgulho Local do Da Boca

Um case de sucesso garantido acaba de ser lançado em Minas Gerais: o Mercado da Boca. Ele é um local de gastronomia, cultura e lazer inspirado em espaços semelhantes que existem no exterior. Por aqui, porém, a casa é feita para e por mineiros e seus turistas:

O arquitetura é belorizontina;
O designer é belorizontino;
A comunicação é belorizontina;
Os restaurantes, bom… esses são de todo canto do mundo, para agradar a todos!

A ideia do Da Boca é de uma equipe que já atua em Belo Horizonte há muito tempo. Um time de empreendedores que reúne habilidades e competências em varejo, shopping e eventos que tinha o desejo de somar ainda mais à região.

Para manter a pegada local, cada detalhe foi pensado de forma original, tendo grandes parceiros “de casa” como o arquiteto Gustavo Penna, o designer Gustavo Greco e o laboratório de conteúdo CoolHow, todos estabelecidos profissionalmente em Beagá.

Além da prática física, a ideia de consumo passa pelo City Connections, que é uma proposta da marca possibilitar a união dos moradores. Isso porque, a rotina afasta as pessoas e um espaço que possa servir de encontro é o suficiente para tornar-se amigável. Afinal, conexões = amor!

Há um século, 5% da população mundial vivia em grandes cidades. Há uma década, a marca chegou a 50% e em 2050 baterá os 70% – ou mais de 6 bilhões de pessoas em áreas urbanas. Em termos de consumo, isso significa que nos tornamos cada vez mais exigentes, sofisticados, conectados e atraídos por produtos e serviços inovadores. Ou seja, lançar ao mercado um espaço como o Da Boca, que agrega a cidade e sua infraestrutura, fomenta os desejos locais, gerando motivos de orgulho e pertencimento em relação à cidade.

Esse é um dos grandes segredos do Mercado da Boca: ser um espaço de propósitos. Da culinária aos eventos, as pessoas compram as ideias e as ações por serem alinhadas: o espaço gastronômico e os objetivos sociais andam juntos.

Consumo Social

por Mercado Da Boca
29 de maio de 2018

Consumo Social te coloca frente a frente com o melhor da cultura local no Da Boca

Foi observando o consumidor que a marca de maior sucesso do mundo chegou lá. Foi justamente por não observá-lo que aquela empresa que tinha tudo para dar certo acabou fechando as portas. Para o bem e para o mal, todo mercado gira em torno dos consumidores. Antecipar seus desejos é o segredo para o sucesso – é aí que entram as Tendências de Comportamento, apontando o caminho que a sociedade está seguindo. É para lá que as marcas precisam rumar.

Um dos movimentos que mais cresce e se espalha pelo mundo, influenciando os negócios de uma forma geral, é o Consumo Social. Ele faz com que as empresas lancem seus olhares para além da relação marca-consumidor. A ideia é que a compreensão e observação facilitem o mapeamento das relações sociais de um modo geral, delimitando os novos caminhos que as empresas precisam descobrir e trilhar.

O Mercado do Consumo Social
A opinião de familiares, amigos e personas influentes sempre foi importante na vida de muitas pessoas. O que antes se limitava ao boca a boca, revistas e jornais, hoje toma conta das redes online, facilitando o compartilhamento de informações e impressões. Nesse cenário surge o Mercado Da Boca: um espaço físico que retoma a experiência pessoal, sem deixar de lado o networking e as oportunidades que as plataformas digitais podem oferecer.

É a pracinha do bairro? Não, mas pode ser! As mesas compartilhadas são um convite à interação. Você vai estar com os amigos e a família, prestes a conhecer pessoas que podem agregar ao seu círculo social.

É a vendinha da esquina? Também não, mas quem disse que não tem o que você precisa? A Loja do Mercado oferece produtos próprios da casa e de marcas parceiras. Nossos restaurantes também têm ofertas que podem sair da mesa para o seu lar.

É a escola? Não, mas tem um espaço dedicado a isso: reuniões, eventos, cursos, workshops e tudo aquilo que sua vida profissional pedir ou o seu lado pessoal desejar.

Nas duas vertentes do Consumo Social, o Mercado Da Boca traz a conveniência para perto de você: é um espaço que te faz alimentar essa tendência e, ao mesmo tempo, segue o caminho proposto por ela para te deixar cada vez mais à vontade. Afinal, o espaço é seu!

Mercados pelo Mundo

por Mercado Da Boca
29 de maio de 2018

Mercados que inspiram: o que esperar do Mercado Da Boca

De dirigente efetivo a governante da França, Napoleão Bonaparte passou por grandes momentos de guerra. Mas um aspecto muito importante da história já estava desenhado quando ele lutava por seu país: a gastronomia.

Foi pouco antes da Revolução Francesa que se criou, como ato cultural, o costume de comer fora de casa. As refeições começaram a ganhar as ruas não por necessidade de se alimentar, mas por prazer. Com a decadência da nobreza, os profissionais das cozinhas dos grandes casarões começaram a trabalhar para a burguesia, transformando os palácios em “teatros de luxo com atividades de prazer”. E claro: onde tem prazer, tem comida.

Os Mercados pelo Mundo

Das primeiras corporações de produtores franceses (queijeiros, padeiros, açougueiros, vendedores de temperos, entre outros) surgiu um local onde todos poderiam expor e concentrar a venda de suas mercadorias – já que, até então, os mercados misturavam todo tipo de comércio. A ideia surgida na França se espalhou pela Europa e acabou navegando para outros continentes.

Há tantos anos na cultura das cidades, os mercados são parte de suas histórias e da vida dos frequentadores, se tornando pontos turísticos, de encontro, de lazer, diversão e inspiração, é claro. Nossa equipe buscou referências nos melhores mercados do mundo para trazer a Minas Gerais um conceito inédito de gastronomia. Confira quais são eles:

Mercado San Miguel, em Madrid

Inaugurado em 1916 e reformado em 2010, o Mercado San Miguel é um dos locais mais procurados pelos visitantes da capital da Espanha. Também não é pra menos: o espaço é uma referência em gastronomia local. Pode comprar e levar pra casa? Sim! Mas a proposta é degustar as delícias da culinária espanhola de banca em banca e nos espaços coletivos, bebendo um bom vinho e admirando a arquitetura.

FoodHallen, em Amsterdam

O FoodHallen é inspirado no conceito de “mercados de alimentos interiores”. Por lá, produtores locais oferecem o melhor da gastronomia holandesa. Uma curiosidade é que o mercado pertence ao De Hallen, um edifício com cinema, hotel, biblioteca e espaço para exposições. O prédio foi construído entre 1902 e 1905, mas só no fim dos anos 1990 se transformou no grande complexo que é hoje.

Mercato Metropolitano, em Londres

Você pode ir à Inglaterra e encontrar comida argentina, espanhola, francesa, italiana, venezuelana e vietnamita, quiosques de drinks e cafés num mesmo lugar. Sabe onde? No Mercato Metropolitano. Um espaço novo, criado em 2016, que caiu no gosto dos londrinos e dos turistas, principalmente por sua diversidade. Além das opções gastronômicas multiculturais, o mercado tem atrações curiosas, como uma loja de ingredientes gourmet tipicamente italiana e até um cinema.

Eataly, em Torino e em São Paulo

Instalado no galpão abandonado de uma antiga fábrica de vermute, o Eataly Turin Lingotto é a primeira loja da rede e está na contramão do turismo de Torino, na Itália, mas bem próximo ao metrô da estação Lingotto, o que facilita a visita. O mercado é enorme e um verdadeiro paraíso para quem curte a gastronomia italiana: tem de tudo. Não por acaso, há filiais do espaço espalhadas por todo o mundo: Mónaco, Dubai, New York, Tokyo e São Paulo.

Mercado da Ribeira, em Lisboa

O prédio é do final dos anos 1800, mas o Mercado da Ribeira foi revitalizado em 2014 como um dos principais polos gastronômicos da capital portuguesa. São mais de 500 lugares para refeições, distribuídos em mesas comunitárias, e 30 restaurantes servindo todo tipo de comida, em pratos assinados por alguns dos principais chefs de Portugal. A Time Out faz do Ribeira o primeiro lugar a receber uma revista no mundo que se pode ler, comer e beber. Está tudo lá!

The Forks Market (Winnipeg/Canadá)

Por centenas de anos, o The Forks Market é conhecido como “a sala de estar” de Winnipeg, no Canadá. A história da cidade e do edifício estão intrínsecas em sua arquitetura. O mercado, porém, redefiniu seu interior em 1980 como um moderno espaço gastronômico e de eventos, feito para as pessoas se reunirem e relaxarem em encontros. Por lá, você encontra queijo artesanal e vinho orgânico para apreciar enquanto uma banda ao vivo toca ou um artista de rua faz malabarismo com fogo.

O Mercado da Boca

Inspirado nesses e tantos outros mercados que contam as histórias locais de regiões espalhadas mundo afora, o Brasil ganha um espaço para chamar de seu, em um dos seus berços gastronômicos: Minas Gerais.

Assim como o San Miguel, há opções para levar para casa, mas a ideia e curtir o local. Do FoodHallen, veio a inspiração de valorizar o local, sendo feito por e para mineiros e seus turistas.

Do Metropolitano vem a versatilidade de abrir as portas para a cozinha de outros lugares. O Eataly foi um modelo de espaço que, mais que a localização, torna o local importante. A Ribeira inspirou no feito da “grande comunhão” que um espaço grande e de muitas opções podem proporcionar.

E, por fim, o The Forks Market reafirma a potência que um mercado gastronômico tem para a região, e é o que o Da Boca se propõe a ser: a sua sala de estar.

Assim como em Paris, o desafio aqui foi lançado: unir as melhores pessoas para mudar o panorama gastronômico local, tornando-se referência no Brasil e alcançando a lista de suas inspirações mundiais.

Venha nos provar!
Ops, conhecer ; )

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